O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 04/08/2021

A terceira revolução industrial, também chamada de revolução tecnológica, trouxe consigo novas tecnologias que, junto com a globalização, abriram espaço para a criação e o crescimento elevado do comércio virtual, ou “e-commerce”, no Brasil. Porém, a falta de investimentos e incentivos estatais e a falta de segurança ao comprar “online” são alguns dos problemas que esse novo mecanismo social possui.

Em primeiro plano, pode-se dizer que a pandemia do coronavírus obrigou os vendedores de pequenas e grandes empresas à migrar para o “e-commerce” já que, devido ao isolamento social, as lojas físicas deveriam ficar fechadas para que não houvesse aglomeração. Contudo, por não saberem criar e administrar suas lojas virtualmente, alguns comerciantes fecharam seus estabelecimentos por conta da ausência de vendas.

Além disso, um segundo problema são os golpes e as propagandas enganosas que, em razão do anonimato e da falta de presencialidade ao comprar um produto, causam inúmeras reclamações e frustrações dos compradores. Em função da pandemia, o mercado consumidor ficou mais ocioso, o que fez com que as compras virtuais aumentassem e, consequentemente, os golpes ganhassem mais espaço.

Infere-se, portanto, que a revolução do século XX trouxe tecnologias extremamente úteis e práticas que deixam a vida mais rapida e fácil. Entretanto, alguns problemas devem ser resolvidos como a elevada incidência de golpes e a falta de conhecimento da população a respeito do comércio virtual. Para isso, cabe ao Estado criar um órgão fiscalizador de compras online por meio de investimentos nesse setor. Ademais, o Estado deve promover palestras que ensinem os vendedores a utilizar a plataforma de vendas da internet. Dessa forma, será garantida a segurança dos consumidores e o conhecimento dos vendedores, trazendo de volta a alta da economia e aproveitando, ao máximo, os adventos da tecnologia.