O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 28/08/2021
Na segunda revolução industrial e com a fase do capitalismo monopolista, o comércio deu um salto de crescimento e expansão. Hodiernamente, com o contexto de pandemia, os comércios elétricos, chamados também de e-commerce, ganharam ainda mais destaque. No entanto, ainda existe algumas barreiras como desvalorização do comércio físico e também golpes e enganações.
A priori, segundo o historiador, karl Liebknech, “A lei básica do capitalismo é ‘você ou eu’ e não ’eu e você’”. Logo, isso evidencia a desvalorização do comércio físico, que não se adaptou como novas tecnologias, como o caso do comércio virtual. Haja vista, pro comerciante de loja fixa, gera prejuízo, levando o fechamento ou a crise no comércio, como falta de transformação de produtos.
Ademais, outra vertente que atribui a essa barreiras do e-commerce é os golpes e enganações. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com a Neotrust, o crescimento nas vendas virtuais foi de 68%, em 2020 ”. Entretanto, infelizmente muitas pessoas são enganadas, comprando produtos que não atende a qualidade que foi obtida ou até mesmo pagando e não recebendo o produto. Por conseguinte, não estar com produtos em mãos para analisar se vale a pena, e em relação a não recebimento do produto, cabe a confiança que muitas vezes o golpista passa para a vítima.
Infere-se, portanto, que mudanças devem acontecer como barreias do avanço do comércio virtual brasileiro. Dessa maneira, o ministério da economia, crie por meio de verbas medidas de incentivo para que as lojas físicas adentrem a essa nova perspectiva de mercancia, ainda torna-se necessário criar aplicativos, afim de fiscalizar os golpes e enganações do comércio virtual. Por fim, será possível o crescimento ainda mais do e-commerce sem esses empecilhos problemáticos.