O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 12/11/2021

O ano de 2020 foi marcado pela mundialização da pandemia do Coronavírus. De maneira sorrateira, o vírus se espalhou pelo mundo e impactou diretamente o modus operandi de toda a civilização. Imediatamente, escolas, comércios, cidades inteiras foram fechadas, e a sociedade foi obrigada a se adaptar a uma nova maneira de se relacionar. No Brasil, a pandemia desencadeou uma crise social e econômica. Os comerciantes, então, tiveram que reinventar as trocas comerciais, e a internet foi o pano de fundo dessa nova realidade. No entanto, não são todos os trabalhadores que têm uma relação íntima com a tecnologia. Estes, infelizmente, estão fragilizados pelas flutuações da economia, e necessitam de inclusão.

Primariamente, cabe pontuar que o e-commerce nem sempre foi a primeira opção da população. Essa modalidade de compra ganhou força nos últimos tempos, pois o fechamento das lojas físicas impulsionou os consumidores a optarem pelo comércio digital. Assim, as empresas aceleraram o processo de digitalização, almejando esse novo mercado. Em suma, o produto desse episódio na sociedade implica na construção de uma relação mais íntima com a internet, aumentando as possiblidades de efetivação dos negócios.

Diante disso, urge um desafio a ser superado pela sociedade: a inclusão digital. Então, o governo do Brasil atribuiu ao Ministério das Comunicações a tarefa de mitigar essa problemática. Porém, o alcance das políticas públicas não é efetivo, e diversas lacunas estão presentes no corpo social, evidenciadas pelo elevado número de empresas que foram à falência por não abarcarem as exigências do mercado.

Portanto, o governo brasileiro deve investir na formação do povo. Afinal, a tecnologia está em todo lugar, e a necessidade de inclusão digital persiste. Enfim, disponibilizando cursos prepatórios por meio do Sebrae, a administração pública age diretamente na geração de empregos e preparo da população comerciante.