O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 13/11/2021

O século XXI ficou marcado pela eclosão de uma pandemia global. Sorrateiramente, o Coronavírus se espalhou por todos os continentes, e alterou drasticamente o modus operandi da sociedade. Assim, na tentativa de frear a ploriferação do vírus, os governos decidiram fechar escolas, comércios e até cidade inteiras. Nesse sentido, o comércio virtual encontrou terreno fértil para prosperar. Então, apontam as estatísticas, esse setor cresceu consideravelmente. No entanto, é necessário compreender que não são todos os comerciantes adaptados à tecnologia. Estes, encontram-se fragilizados pelas flutuações da economia, e necessitam de inclusão digital para promover nos negócios.

Primariamente, cabe pontuar que a pandemia impulsionou a digitalização das empresas. De acordo com a pesquisa “Perfil do e-commerce brasileiro”, a expansão do setor chegou aos 40%. Porém, para dominar as ferramentas informacionais, é necessário preparo e conhecimento por parte do comerciante. Dessa maneira, aqueles que não detém o conhecimento encontram-se desfavorecidos, pois não conseguem acompanhar as exigências do mercado.

Entretanto, o governo do Brasil busca alcançar essa parcela da sociedade. Em 2020, foi lançada a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. Esta iniciativa é uma parceria entre Estado e iniciativa privada, almejando uma maior inclusão digital dos brasileiros por meio de políticas públicas. No entanto, no que tange a ação do governo, é questionável o alcance dessas ações. Afinal, mais que oferecer o serviço, é essencial que toda a população desfrute das virtudes do progama. Para isso, o direcionamento das políticas públicas deve abranger tanto os cidadãos das grandes cidades, quanto os que se encontram em territórios mais longínquos.

Portanto, o poder Executivo tem o encargo de promover a inclusão digital dos cidadãos. Decerto, o crescimento do comércio virtual muda a ótica do mercado. Então, ao incluir um aprofundamento do conhecimento tecnológico na grade curricular das escolas de todo o Brasil, o Estado age diretamente no preparo da população frente às adversidades futuras. Dessa maneira, a população brasileira pode se adaptar mais facilmente às oscilações da economia.