O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 23/11/2021

Durante a época da Revolução Industrial e Científica, aconteceu uma brusca transformação nas relações sociais, empresariais e econômicas. Em vista disso, simultaneamente a esse progresso na sociedade atual, ocorreu um crescimento do comércio virtual no Brasil, no entanto, a infraestrutura e o planejamento ainda se fazem necessários para potencializar esse novo modo de vender. Nesse sentido, é importante estudar a carência de uma cultura que inclui a tecnologia digital na economia e a insuficiência capacitativa dos vendedores com o mercado online.

Primordialmente, a falta de uma cultura que insira a tecnologia digital na economia é uma adversidade vigente. Isso é transcorrido do crescimento tardio da industrialização no Brasil, isto é, apenas no século XX que foi realizável introduzir as fábricas no tecido social brasileiro. Outrossim, segundo o site G1, cerca de 30% das casas no Brasil não têm conexão à internet. Nesse caso, após a chegada do vírus Covid-19, a necessidade de deslocar-se para o comércio eletrônico torna-se indubitável. Ainda assim, diversos comerciantes não tiveram êxito nessa transição, seja pela escassez de entendimento ou pela pouca inclusão digital.

Consequentemente, o despreparo dos vendedores com o mercado online também é um grande problema. De acordo com a Constituição de 1988, o Estado deve fortalecer a procura e a compreensão tecnológica no bloco social. Mesmo assim, apesar de que o comércio eletrônico teve uma crescente de um quinto em comparação com o ano de 2019, em conformidade com o site G1, ampliar o alcance digital nas regiões brasileiras, sobretudo em locais periféricos, ainda é crucial.

Em síntese, tendo em vista as ideias desenvolvidas, algumas ações são fundamentais para transformar essa situação instável. Por essa razão, cabe ao Governo Federal criar cursos de qualificação voltados aos comerciantes brasileiros, por intermédio de colaborações de empresas tecnológicas que têm a missão de guiar e informar sobre as atividades do mercado virtual e, evidentemente, fortalecer a inclusão digital em áreas periféricas com o intuito de capacitar as pessoas a prosseguirem com suas vendas auxiliadas pela tecnologia digital, intensificando, assim, o amadurecimento do comércio eletrônico no Brasil.