O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 26/11/2021
Com a popularização das redes sociais no Brasil em 2008, lojas virtuais se aproveitaram do novo canal de comunicação para expandir seus negócios além do físico, ou seja, a venda de produtos e serviços começaram a ser disponibilizados online. Assim foi criado o e-commerce e com ele um novo padrão de consumo.
É necessário reconhecer como as situações atuais provocam a cada dia um maior sucesso para o e-commerce. Com a nova pandemia do coronavírus, esse estilo de comércio foi o mais utilizado por todo o mundo, visto a impossibilidade da livre circulação de pessoas. A teoria da sociedade do espetáculo, do filósofo Guy Debord, pode explicar esse fenômeno, segundo ela a lógica mercantil cria símbolos de consumo para as relações cotidianas, ou seja, o papel desempenhado pelo marketing. Desse modo, o delivery e a disponibilidade de lojas virtuais junto com o medo instigado pela nova doença, passam a ser a fonte de consumo mais utilizada pelo mundo.
De acordo com estudos do Google, até 2021 as vendas online no Brasil deveriam dobrar em relação a 2016, isso revela que o consumidor está cada vez mais exigente, buscando mais praticidade, economia de dinheiro e tempo, variedades e possibilidades de pagamentos ou produtos. Logo é visto que o comércio virtual tem muito para contribuir para a economia capitalista e as novas formas de interação social.
É possível concluir que o novo modelo de comércio pode ser benéfico para o país e necessita de medidas que auxiliem seu crescimento e a sua regulamentação, com isso é indispensável uma ação do Ministério de Economia e Indústrias, junto com o Ministério de Tecnologias e Comunicações, que por meio de investimentos, possam criar condições mais propícias e com menores custos para que empresas do e-commerce possam ter um alcance ainda maior da população e ajudar a expansão de grande potencial que o mercado virtual do país tem. Enfim, investir no futuro nunca deixará o país ficar preso no passado.