O crescimento do comércio virtual no Brasil
Enviada em 05/10/2022
Sob a perspectiva filosófica de Albert Einstein, " o espirito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia". A ideia do pensador, todavia, perdura longínqua quando se observa o hodierno quadro da nação verde-amarela, uma vez que o crescimento do comercio virtual no Brasil representa um revés de consideráveis proporções. Logo, urge analisar as principais causas dessa adversidade: a crise econômica e as altas taxas de impostos.
Observa-se, diante dessa conjuntura, que a crise econômica agrava o impasse. Acerca disso, consoante o renomeado pensador Bruno Calil Fonseca, que diz que, “crise é sintoma de desarranjo ético e político”. Em consenso ao pensamento do estudioso, ocorre no país, a corrupção por parte dos governantes, o que, por conseguinte, gera escarces das empresas estatais que visam o desenvolvimento virtual e a globalização. Assim, enquanto a crise econômica permanecer vigente, difícil será a resolução dessa ponderosa questão.
Outrossim, é preciso analisar as altas taxas de impostos e os seus efeitos. A título de exemplo, segundo estudiosos do setor comercial, em 15 setores da indústria brasileira, as perdas e a sonegação de impostos somam mais de R$ 280 bilhões em 2020. Uma vez que empresas comerciais estão tendo dificuldades para manter a sua preferência diante a sociedade. Dessa forma, medidas devem ser pensadas com foco na redução desse combate.
Faz-se necessário, pois superar a gênese do crescimento do comercio virtual. Cabe por tanto, ao Ministério da Economia, órgão responsável pela administração pública, por meio de desenvolvimento sustentável, criar não somente planos de governos para empresas públicas, mas também disponibilizar estratégias na economia onde o setor virtual e o setor físico, ambos tenham igualdade no mercado. Tais ações têm o intuito de sub desenvolver, e assim, combater, efetivamente o problema em meio a tantos entraves ao longo da história brasileira.