O crescimento do comércio virtual no Brasil

Enviada em 13/10/2023

Vive-se, hoje, a era da tecnologia e da informação, com o uso da internet cada vez mais difundido na sociedade brasileira. Nesse sentido, ocorre também o aumento do comércio virtual no Brasil. Dessa forma, pode causar prejuízos aos comerciantes nacionais que possuem apenas loja física, e também ser um facilitador na propagação de anúncios falsos, feitos por vendedores golpistas.

Sob esse viés, as lojas físicas podem ter quedas em suas vendas. No entanto, o conhecido aplicativo de compras “Shein” têm incluído vendedores e lojas nacionais em sua plataforma, abrindo espaço para a divulgação e venda de seus produtos. Porém, não são todos os comerciantes que conseguem se adequar ao novo modo de comprar e vender, que hoje é o mais comum entre os brasileiros, possibilitando fazer compras apenas com o celular e internet estando em sua própria casa, essa é uma das comodidades que o comércio virtual oferece. Ademais, quando as lojas não tem seu site ou aplicativo, são desafiadas à uma competição injusta com as que possuem esses meios, que estão ganhando cada vez mais os consumidores, ocacionando em baixas nas vendas das tradicionais “lojas de avenida”.

Além disso, existe a maior facilidade em aplicar golpes com vendas falsas, usando artifícios da internet. Por exemplo, em aplicativos como “Shoppee”, que engloba vendedores brasileiros e internacionais, podendo divulgar quaisquer imagens de produtos em seus anúncios, mas, ao enviar os pedidos o cliente recebe um produto completamente diferente do que estava sendo divulgado nas imagens. Sendo assim, os consumidores ficam vulneráveis às propagandas enganosas.

Portanto, o comércio virtual trás problemáticas como o prejuízo de vendas nas lojas físicas e os golpes que podem ser aplicados pelos vendedores na Internet. Logo, a mídia - conjunto de meios de comunicação em massa - deve divulgar, não só a reputação dos “e-commerce” (ou comércios eletrônicos), mas também as comparações de preços de um mesmo produto em lojas vistuais e nas físicas. Por meio de publicações em redes sociais de grande alcance da população, como o “Instagram”, para que os indivíduos possam ter informações sobre as lojas em que compram, e por consequência fazendo com que os comércios físicos tenham a possibilidade de uma competição mais justa com os “e-commerce”.