O crescimento do uso de anabolizantes por jovens em evidência no Brasil

Enviada em 18/09/2026

Na Sociedade atual com a importancia da imagem e essa busca pela perfeição e se tornando cada vez mais líquida e na busca do corpo “perfeito” isso reflete diretamente na sociedade atual brasileira que o uso indeliberadamente dos anabolizantes e esteroides pelos jovens. Motivados pela pressão das redes sociais e muitos adolecentes e jovens que arriscam a própria vida em busca de resultados rápidos. Nesse contexto, a tragédia do influenciador Gabriel Ganley e os alertas do Rodrigo Góes mostram como esse problema é grave e exige urgencia, impulsionado pela desinformação digital e pela falta de fiscalização.

Primeiramente, é importante analisar de como essa busca pelo corpo perfeito traz vários riscos reais. O ambiente da internet causa e normaliza o consumo de hormônios e substâncias de alta periculosidade, não mostrando como os eveitos colaterais. Exemplo disso o proprio caso do Ganley O episódio do Ganley mostra que essa romantização da rotina perfeita sem critérios de saúde é uma armadilha, na qual as pessoas deixam o bem-estar e passa a ser uma moeda de troca social sacrificada pelo excesso.

O influenciador e nutricionista Rodrigo Góes ganhou relevância nacional ao utilizar um tom cômico e informativo (“fake natty”) para conscientizar o público jovem sobre a prevalência de corpos modificados quimicamente e o perigo de seguir protocolos sem respaldo científico. O alerta constante de Góes sobre os danos cardiovasculares e metabólicos antecipou, inclusive, os riscos aos quais influenciadores como Ganley estavam expostos. Esse contraste entre a busca inconsequente pelo estético e a denúncia educativa expõe a omissão do Estado e da sociedade em regulamentar informações de saúde em ambientes virtuais.

Infere-se, portanto, que medidas urgentes são necessárias para conter o avanço do uso de anabolizantes entre a juventude brasileira. Cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, implementar campanhas permanentes de conscientização em escolas e universidades, por meio de palestras ministeriais e distribuição de materiais interativos que detalhem os riscos cardiovasculares e endócrinos do uso estético de hormônios. Além disso, a Anvisa deve intensificar a fiscalização do comércio ilegal de substâncias controladas no ambiente virtual.