O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 31/05/2018
A manipulação midiática influi de forma direta nas vidas das pessoas que buscam sempre enquadrar-se nos padrões politicamente corretos a eles impostos. O que tomam como algo fútil, e sem um motivo aparente; a depressão, passou-se a ser vista no contexto sócio-atual, tal qual uma doença altamente perigosa e na sua maioria silenciosa. Dessa forma, corrobora, para um aumento significativo nos índices da mortandade e do desinteresse comunicacional.
Todas as enfermidades de caráter psicológicos ligadas a busca incensante pela perfeição corpórea, acarreta a exclusão social e a um alto nível de suicídios decorrente de uma não aceitação de si, pois no instante que perdemos as nossas características para padrões alheios, nos transformamos em um resultado ultra-processado de fatores externo.
A maneira que as pessoas veem-se, e a falta de interesse de expor suas ideias por meio de uma boa troca de pensamentos, é a chave para um futuro com menos depressivos. A importância que o governo emprega a tais afecções, é por onde deve-se começar a mudança para um melhoramento da vida dos que sofrem desse mal. Alguns dados apontam que a depressão se instala em cerca de 20% dos adolescentes, evidenciando que elas não estão ligadas apenas a uma questão manipulatória, mas também a cultura presenciada desde de cedo.
Essa vontade de ter um corpo escultural, e sempre ansiar por padrões vistos no seu âmbito social, está ligada entricicamente a todos os programas televisivos, e aos comerciais de caráter padronizador. A partir dessa perspectiva, a problemática só poderá ser mudada, com a extinção desses meios que possam ditar como as pessoas devem portar-se, havendo também um auxílio da família no processo de aceitação, diminuindo assim, todos os alarmantes da depressão, mitigando também a exclusão social.