O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 27/06/2018

Não ao padrão, e sim a aceitação.

A insatisfação pelo corpo faz com que as pessoas vão em busca do “corpo ideal”, esse padrão é estimulado negativamente pela mídia, como em revistas e sites, fazendo com que as pessoas virem escravas da beleza e que, consequentemente, geram situações perigosas à saúde.

Os mais atingidos são os jovens e adolescentes, por serem inseguros em relação à si mesmo, e em grande maioria as mulheres. De acordo com pesquisas realizadas pela empresa de cosméticos “Dove”, 83% da mulheres se sentem pressionadas pela sociedade a atingir o padrão ideal de beleza. Por não se aceitarem as pessoas se sacrificam, afetando diretamente a saúde mental e física, ficam horas sem comer, praticam horas de exercícios, tomam laxantes, fazem dietas arriscadas e provocam vômitos, gerando assim disturbios mentais, como anorexia, bulimia e vigorexia.

Contudo, pode-se ver essas situações presente no dia a dia, como o caso da modelo Ana Carolina, que foi diagnosticada com anorexia em 2006, ficou internada, e teve complicações, como baixa pressão arterial, dificuldade de respirar e, consequentemente, houve uma infeção generalizada, levando-a ao óbito com apenas 21 anos de idade. No caso da modelo não houve tempo para salvar a vida, mas há formas de tratamento depois do diagnóstico, com a ajuda de psicólogos, nutricionista e o apoio da família, que é de suma importância.

Para evitar situações como essas e para mudar o pensamento da sociedade em relação em ter um “corpo perfeito”, deve-se ter a influência da mídia e de indústrias de domésticos, porém, de forma positiva com cartazes, documentários e campanhas incentivadoras, usando como exemplo pessoas que se aceitam ou até mesmo alguém do mundo artístico “fora do padrão”, fazendo com que as pessos comecem a se aceitar e enxergar que não é obrigatóriamente necessário ter um corpo perfeito para crescer na vida ou ser notado(a).