O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 05/09/2018

As mulheres são bombardeadas com padrões estéticos sempre e desde sempre; na Grécia Antiga, no período de ascensão de Atenas, ocorria o desenvolvimento da arte, onde pintavam e faziam esculturas cuja imagem representava a Beleza Ideal, no qual o corpo deveria apresentar proporção e harmonia entre as partes, desde então essa padronização vem se “adequando” cada dia que passa de acordo com o que se é exposto como ideal.

As meninas são influenciadas desde pequenas a agirem como uma “princesinha”, tendo forte influencia da mídia, pois crescem vendo filmes, como os da Barbie, no qual a história toda gira em torno de uma garota loira, magra e arrumadinha; crescem e se deparam com revistas onde grande porcentual “ensina” a como se vestir da maneira correta, o que fazer para ficar mais atraente, o que comer… ou seja é criado um padrão para ser seguido, que assim elas vão ser mais reconhecidas, vão ser como a sociedade quer que ela seja, o filme “Ela é demais” é um grande exemplo disso, pois conta a história de uma menino que aceita um desafio de transformar uma garota sem graça em rainha da formatura, e a partir do momento que ela muda seu jeito de vestir, seu estilo, se transforma naquilo que as pessoas queriam e impunham como ideal.

Muitas vezes quando esses padrões não são alcançados, acaba trazendo sérios riscos para a saúde mental e física das meninas, essas acabam se sentindo excluídas, entram em depressão e  transtornos alimentares.

Portanto  é necessário a influência de fatores culturais e educacionais para melhorar essa situação, fazendo campanhas para desagregar os padrões criados, mostrando a diversidade de beleza, propalação na mídia a cerca de problemas causados pelos transtornos alimentares e o mais importante, orientar as pessoas a respeito da aceitação pessoal.