O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 03/09/2018

“O Nascimento de Vênus”, obra do renascentista Sandro Botticelli, retrata o físico ideal da mulher clássica grega. Desse modo, em comparação com o atual, é notória que a padronização da estética, principalmente em mulheres, existe ao longo da história. Logo, esse pensamento reflete no comportamento da sociedade e, assim gerando consequências sociais, físicas e psicológicas ao indivíduo.

A insatisfação feminina da sua aparência, por exemplo, é remetida a busca inalcançável pelo corpo perfeito. Destarte, esse fenômeno comum na sociedade é fruto da educação generalizada na cultura brasileira e pelos seus padrões impostos na fisionomia da mulheres. Por conseguinte, a educação familiar, geralmente, gera  o amadurecimento precoce das meninas na sua estética.   Por conseguinte, a sociedade exclui socialmente as pessoas fora desse padrão imposto, principalmente, pelas mídias, assim os indivíduos se esforçarem para o aceitamento. No entanto, essa busca traz  prejuízos a saúde física e mental. Desse modo, doenças como anorexia, bulimia e depressão, que comprometem as faculdades mentais, são mais comuns na atualidade.

Portanto, é necessário compreender e disseminar sobre o “corpo perfeito” e sua implicação na saúde individual. Logo, palestras e campanhas educacionais, pelo Ministério da Educação, com o tema “A beleza da diversidade” para explorar diferentes aspectos fisionômicos e incentivar a auto-estima.Também como, fornecer atendimentos com psicólogos e nutricionistas em escolas e comunidades a pessoas que sofrem dessas doenças. Assim, promovendo a evolução do sistema educacional e de saúde brasileiro.