O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 26/10/2018
Padrão do século XXI
Cultuar o corpo excessivamente de forma estética sem visar propriamente a saúde ocorre frequentemente no Brasil e equivale a corpolatria. Entretanto, apesar de ser considerada uma patologia do século XXI, é um problema que ocorre desde a Grécia Antiga: busca pela representação do corpo perfeito. Fica assim evidente a necessidade de refletir sobre a padronização da sociedade e, outrossim, mostrar os problemas causados pelas corpolatria.
Em primeiro plano, a propagação da defesa do amor próprio está cada vez mais acentuada por conta da representatividade. Todavia, os corpos continuam sendo tratados como objetos que de tempos em tempos mudam de moda e se tornam excluídos, assim, há um padrão de belo utópico para épocas distintas. Dessa maneira, consoante as ideias do filosofo Schopenhauer, os indivíduos gerarão um ciclo de insatisfação pois nunca estarão bem com o próprio corpo já que é a busca de um ideal.
Em segundo plano, a corpolatria além de já ser um problema pois não visa a saúde, traz outras doenças com ela, como a anorexia, bulimia e vigorexia. Esses problemas são distúrbios tanto alimentares quanto psicológicos pois o indivíduo se enxerga de maneira distorcida e causa formas de secreção forçadas como indução de vômito e uso de laxantes. Dessa forma, os distúrbios que atingem, segundo ao site oGlobo, oito em cada dez jovens, pode levar a óbito.
Em suma, visto que o excesso de preocupação com o corpo causa danos, é fundamental, por conseguinte, que o Ministério da Saúde unido a Mídia faça campanhas por intermédio dos meios de comunicação de forma que evite o uso de papel. Outrossim, essas campanhas devem ter intuito de atingir amigos e familiares da pessoa com o distúrbio, de maneira que cite os sintomas e o mostre a ação à ser tomada na percepção da existência deles. Assim, a sociedade estará orientada para precaver esse problema.