O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 28/10/2018
O relevante é a saúde
No contexto atual o que mais tem sido evidente é a busca pelo corpo perfeito, pela imagem perfeita, pelo padrão que é imposto socialmente. E, é indiscutível as implicações que isso tem trazido à esfera global, de forma epidêmica. Prega-se que existe um determinado padrão de beleza, automaticamente excluindo as diversas formas e características físicas de cada indivíduo, principalmente das mulheres.
É preciso, em primeiro lugar, lembrar que os meios de comunicação como um todo, como por exemplo a mídia, a TV e a plataforma digital sempre impõe um padrão de beleza. Geralmente, são mulheres magras com uma estética visivelmente agradável, sendo elas o padrão para outras; tratando essa tal, como beleza correta, em outras palavras a beleza aceita como beleza. De outra parte, tem-se a cultura que articula que a mulher desde criança deve ser bela; também tem a pressão social e até mesmo da família e comentários, como “Você precisa emagrecer”.
É importante enfatizar as consequências que tais causas fazem, a exemplo de distúrbios alimentares; doenças adquiridas por meio de dietas malucas; anorexia; bulimia e a falta de autoconfiança e autoestima por se sentir inadequada, ou muito longe do “ideal” que a mídia traz como objetivo. Segundo a Edelman Inteligence, 83% das mulheres se sentem pressionadas a atingir a definição de padrão de beleza.
Portanto, é preciso que a mídia valorize todos os tipos e formas de beleza, assim não impondo a ser de determinada forma, mas sim respeitando o fenótipo de cada um e trazendo para o público a importância da saúde em primeiro lugar. Com a somatória do Governo para investir e implementar na área da saúde, nutricionistas, psiquiatras e psicólogos, para solucionar casos como, distúrbios alimentares.