O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 28/03/2019
Sociedade plastificada
A Barbie, boneca mundialmente conhecida, de corpo bem feito, com linhas e curvas “perfeitamente” traçadas, encantam os olhos desde meninas às mais adultas mulheres. Na atual conjuntura brasileira, a busca pelos padrões impostos pela sociedade, tornou-se alarmante. Assim com o constante receio de exclusão social, se esquecem dos riscos oferecidos à saúde em prol do modelo estético ideal.
Consoante à isso, o medo de não ser aceito por grupos, tem sido o “Bicho papão” na vida de muitas pessoas. No filme “D.U.F.F. você conhece, tem ou é”, retrata o drama de uma jovem que tenta participar de alguns vínculos sociais, mas seu corpo e maneira de vestir, são o principal obstáculo. Semelhante à isso, no atual espaço social, milhares de cidadãos não encontra-se em paz, com um corpo que não atende às exigências de ser bonecos de plástico.
Emm consequência da insatisfação com a forma corporal, muitos por meio de cirurgias ou aplicações de produtos não autorizados, causam deformações e resultados inesperados. A cantora Melanie Martinez, em uma de suas composições trás críticas que levam a pensar o por quê, mudar tanto o que já está bom, por quê não se agradar do que é visto no espelho. É triste o mundo no qual a beleza é definida por rostos e silhuetas finas, seios e glúteos grandes e carácter desfalcados.
Portanto, devido às dificuldades de aceitação no meio social e aos danos à saúde, deve-se tomar uma atitude. As mídias de televisão, utilizando as redes de comunicação com o meio de alcançar toda a população, fazendo textos de autoaceitação, e a Organização Mundial da Saúde (OMS), dispor mais psicólogos e nutricionistas para orientar como manter-se saudável, a mente e o corpo, sem tornar-se um ser humano de plástico.