O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 30/03/2019
Primeiramente, gerador de informações e noticiários, a mídia sempre foi um dos principais meios de influência capitalista na sociedade; cujo, intensificou-se com o surgimento das redes televisivas e sociais. Entretanto, esses meios de compartilhamento de notícias e vendas de produtos, hoje é adicionado a doenças e comparatividade, ao qual inicia uma uma repulsão entre saúde e beleza, tornando, também, esses meios como intensificadores de um padrão de beleza.
A Vênus paleolítica, encontrada pelos arqueólogos, era considerada a beleza padrão da sociedade; hoje, porém, não se repetiria, uma vez que era considerada acima do peso padrão imposto. A mesma é causadora de diversas doenças, podendo ainda destacar a bulimia e anorexia, que afeta em sua maioria, 95%, mulheres; causando assim, um grave problema sofrido por tal gênero.
Por conseguinte, as empresas criam e oferecem diversos produtos para sanarem “quilos a mais”, o que intensifica o capitalismo por um meio de opressão aos “infratores” do padrão. Esses “infratores” são julgados diariamente, tanto pela sociedade, quanto por eles mesmos. Como é exposto no livro “Pedagogia do oprimido”, de Paulo Freire, o opressor não se reconhece como tal. Dessa forma, olhares, comparações ou simples palavras podem ser expositores de tal opressão.
Infere-se, portanto, que o Governo, junto as redes televisivas e educacionais criem projetos e campanhas em seus meios, para assim desconstruir essa cultura imposta. Cabe ainda às escola, através de rodas de conversas e coletivos, disseminarem conversas sobre o tema, para que assim ocorram mudanças e que mulheres possam se ajudar e não jugarem-se.