O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 23/07/2019
Na Grecia antiga, 500 a.C. a 300 a.C., as regras de beleza eram muito importantes e aplicadas severamente; quem não a segui-se poderia pagar com a sua vida. Hodiernamente, no Brasil, essa exigência por um físico perfeito vem aumentando cada vez mais. A consolidação dessa concepção origina da criação de um padrão pela sociedade e da utilização da tecnologia como meio divulgador.
Sobre esse viés, pode-se apontar como empecilho a diversidade a utilização de um modelo a se seguir. Isso pode ser exemplificado pelo escritor brasileiro, Thiago Rodrigues “padrões não definem beleza”, o que legitima a ideia de que mesmo com a norma pré-estabelecida no cotidiano, não significa que tudo o que se define como “norma” vai se tornar uma. Ou seja, não há garantia que ao seguir o ideal a gratificacao sera imediata.
Outrossim, observa-se uma grande aplicação da internet como objeto influenciador. De acordo com o sociólogo chinês Zygmunt Bauman “as redes sociais são muito uteis, oferecem serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha”, isto é de toda certeza bem que o meio social possui ela tem seu lado difamador e mentiroso. Além disso, esse lado “obscuro” interliga-se com o pré-julgamento das pessoas que antigamente, na Europa Imperial, eram reprimidas e impossibilitadas de serem elas mesmas por causa da difamação do povo, resultando assim, na continua critica diante as outras atualmente.
Em virtude do que foi mencionado, percebe-se que as pessoas vem tentando cada vez mais se colocarem em um eixo estético para obter satisfação e prestígio, tendo isso como base, o ideal para que haja uma conscientização seria o ministério da saúde em união com postos de saúde, façam intervenções nas comunidades, falando acerca do assunto. Além disso, o ministério da educação devem promover capacitação para os professores levarem esse conhecimento para os alunos em sala de aula.