O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 05/08/2019
“O Mínimo para Viver” é um filme americano que mostra a vida de uma jovem com anorexia, sem perspectivas de se livrar da doença e ter uma vida saudável.O filme é bem representativo, ele ajuda a entender como milhares de pessoas com estes distúrbios, agem em diferentes situações. Portanto, o padrão de corpo imposto pela sociedade é um desafio que merece ser superado mediante a resolução das causas do problema.
Em primeiro plano, as grandes empresas de moda fazem propagandas ao público mostram um único tipo de corpo, um biótipo magro e alto, dando a entender que este é o único modelo de corpo aceitável. Segundo Karl Marx: “pessoas de sociedade capitalista são alienados uns dos outros”.Sem dúvida,isto é verdade, todas dias pessoas veem vários indivíduos se submetendo a dietas loucas para chegar no devido “corpo bonito”. Enfim, as empresas publicitárias são os principais vilões no culto ao corpo perfeito,basicamente começam o problema em diversos países, inclusive no Brasil.
Além disso, relações pessoais também podem originar o problema. Segundo Soares: “Ao analisar a beleza corporal, é possível afirmar que, sobre ela, recai um padrão”. De fato, é de se concordar, por exemplo, uma pessoa que um possui um peso a mais, que convive com pessoas relativamente magras,se sente pressionada a emagrecer, ela é influenciada tanto diretamente (por meio de comentários dos amigos) e indiretamente (convívio no dia a dia). Assim sendo, está é a realidade de muitos jovens no Brasil.
Portanto,soluções precisão ser criadas para acabar com a “idealização do padrão corporal”.O Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Justiça devem formular uma nova lei,que consistiria no bloqueio de propagandas que idealizassem só o corpo magro e alto como “bonito”,por meio de advogados e psicológicos que conhecem bastante sobre o assunto, com o objetivo de acabar com a influência da mídia na sociedade e desta forma,pessoas começarem a ser felizes com o corpo que possuem.