O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 03/04/2020

No Brasil, assim como no resto do mundo, tem seu padrão de beleza idealizado pela sociedade que vem das mídias sociais, revistas, comerciais e afins, do qual muitas vezes é uma beleza falsa, em que o/a modelo passou por cirurgias e/ou tendo sua foto editada por programas de edição (photoshop).

As mulheres, em sua maioria, se sentem inseguras sobre sua imagem, e buscam total semelhança com o corpo perfeito que seria magro e um rosto impecável, sem qualquer defeito, para assim, não serem taxadas de “feias”. Os homens, por sua vez, também tem um padrão que idealizam, do qual deve ser forte, praticar um esporte que valorize sua masculinidade como futebol e basquete.

O grande problema é que a idealização de ambos os lados, em sua maioria são de imagens falsas, modelos e artistas que passam por transtornos psicológicos e alimentares para terem o corpo perfeito para ser anunciado. Por exemplo, a cantora e atriz Anahí, conta que passava 11 dias sem comer para manter o corpo magro e perfeito para atuar em cena e nos palcos.Pensando nesta situação, alguns países como Paris, tem uma lei que proíbe as mídias de publicarem imagens alteradas em revistas e anúncios, ou publicar com uma tarja que indique que tenha alguma alteração na imagem.

Este é um método muito eficiente para esta situação que acaba sendo desagradável para tantas pessoas, que acabam passando por diversos preconceitos da qual as fazem passar por situações complicadas, ou até mesmo a auto mutilação. A Mídia deve publicar mais imagens de homens e mulheres de aspectos diferentes, não só magros e perfeitos, mas sim, com características variadas, como negros, brancos, pessoas com vitiligo, deficiência e enfim , pois cada um tem sua beleza única, e beleza não é um produto que é fabricado, é algo que todos tem consigo, e tudo que se precisa é deixar isto cada vez mais claro as pessoas.