O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 06/04/2020

O culto à magreza nem sempre foi o padrão de beleza. Por meados dos anos 40,por exemplo, Sophia Loren era considerada  ícone feminino com seu corpo curvilínea, e seus cabelos volumosos.Hoje,a sociedade e a mídia ditam padrões bem distintos dos naturais daquela época. Resta discutir os impactos e as consequências dessa padronização na sociedade moderna.

O estereótipo de corpo perfeito está estampado nas revistas,na mídia e em tutoriais na internet.O problema é que, na realidade,esse padrão é um tanto impossível de ser alcançado,causando um sentimento de frustração na sociedade,por não ser possível alcançar o que lhe é imposto. O sentimento criado é  que fora desses padrões  impostos, a pessoa não é bonita ou desejada.

Além disso não se pode padronizar o corpo humano, isso se deve a sua pluralidade. Diante de tantas raças e misturas, não seria possível escolher apenas um tipo para ser vista como padrão. Para alcançar o corpo perfeito muitos se submetem a procedimentos extremos como o abuso de cirurgias  plásticas,dietas  que podem levar a doenças  como anorexia e bulimia.

Outro ponto é  que a indústria de produtos voltados a beleza,são as que mais lucram conforme a revista veja em 2017 esse setor arrecadou mais de 102 milhões de reais,em quanto essas empresas estão faturando,tem meninas sofrendo por não ser possível alcançar  esse padrão que é  imposto.

Por fim,a mídia como sendo o maior meio de comunicação entre as pessoas deveria se esforçar  em não padronizar somente um tipo de compo,mas padronizar todos os tipos corporais.