O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 06/04/2020

No filme ‘‘Dumplin’’, produzido pelo serviço de mídia estadunidense Netflix, mostra a jovem Willowdean Dickson determinada a desafiar os padrões, os quais ela não faz parte, impostos pela sociedade entrando em um concurso de beleza.Fora da ficção, nota-se que muitos não possem a mesma força que Willow para enfrentar a cultura de padronização corporal no Brasil. A principal estimulante dessa problemática é a imposição do corpo perfeito feita pela mídia que a longo prazo trás malefícios á saúde dos brasileiros.

Em primeiro plano, a beleza hoje em dia está relacionada com padrões de magreza impostos pela mídia tanto social como televisiva.Essa situação ocorre pela falta de representatividade de figuras em destaque que sejam gordas, em revistas, redes sociais, novelas e revistas. Uma evidência desse fato é a ultima edição de malhação produzida e exibida pela rede televisiva ‘‘Globo’’, onde não havia em destaque fora daqueles padrões.

Além disso, por consequência daquela falta de representatividade gatilhos podem ser ativados, e doenças psicológicas podem surgir, como bulimia e anorexia que são transtornos alimentares nos quais a pessoa apresenta obsessão pela magreza. Um dado que comprova tal fato é que, de acordo com a revista veja, em 2014, 77% dos jovens eram propenso a terem distúrbio alimentar.

Diante do exposto, nota-se que o culto a padronização corporal no Brasil está afetando negativamente a sociedade. Logo, é necessário que o Ministério da Saúde e o da Cultura trabalhe para resolver está problemática. Esse deve estimular os veículos de comunicação a usar pessoas  com variações de corpo em campanhas, novelas em horário nobre e em capas de revista. Aquele deve fazer ações e campanhas mais agressivas a fim de informar as pessoas sobre a procura do corpo perfeito e sua jornada de autodestruição. Assim, será evitado que as pessoas continuem se apegando aquela padronização e passem a se aceitar.