O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 10/07/2020

Podo ser observado nas pinturas e esculturas,da antiguidade, Grego- Romanas, uma imposição sobre o corpo ideal. Lamentavelmente, o Brasil herdou essa cultura e, hodiernamente está presente na sociedade um culto à padronização corporal ideal. Isso se deve, sobretudo à imposição das grandes mídias sobre o padrão de beleza e à beleza como produto. Desse modo, é urgente a reversibilidade do cenário em questão.

A priori, há um padrão de beleza imposto pela grande mídia, como nas televisões, redes sociais e etc. Tal fato ocorre, pois ainda está presente no pensamento da sociedade a ideia de corpo perfeito, levando, infelizmente, em alguns casos até as doenças ou transtornos  como bulimia, anorexia entre outros. Como prova disso, a Netflix lançou o filme “O mínimo para viver, onde a protagonista se vê obcecada por corpos de atrizes e modelos, o que e a deixa enferma e quase causa a sua morte. Logo, é necessário uma reflexão, até quando a sociedade ficará doente, buscando se encaixar nos padrões? A desconstrução dessa normalidade se faz imediata.

A posteriori, convém destacar que atualmente a beleza é analisada como produto, algo que pode ser comprado sem respeitar os limites do próprio corpo. Isso acontece, porque a  “feiura” vista pela população é algo que pode ser resolvido com procedimentos estéticos.Segundo o jornal, O Estadão, o Brasil teve um aumento de 80 mil cirurgias, com finalidade estética, no ano de 2018. Com isso, é perceptível que persistem uma super valorização da beleza e, atualmente ela custa caro. Em vista disso urge  que medidas sejam tomadas para alterar essa triste realidade.

Torna-se imprescindível, portanto, atitudes que mitiguem o culto a padronização corporal no Brasil. Para isso, é papel do ministério da saúde promover campanhas publicitárias, que valorizem os diferente tipos de corpos, por meio das escolas e redes sociais, com o propósito de obter uma geração mais saudável e mais feliz. Assim, a imposição do corpo ideal estará apenas no passado.