O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 13/11/2020
O filme ‘Mean Girls’ meninas malvadas em português, lançado no ano de 2004, conta sobre a vida de meninas anoréxicas, que se preocupam com a aparência. O chamado padrão de beleza, já está no mundo há muito tempo, mais de cem anos. O problema é como as pessoa lidam com isso, tanto quem está dentro, como fora. Nos tempos atuais estar no padrão é muito importante e, vem sendo prejudicial, principalmente para as mulheres.
Ao decorrer dos anos, percebe-se que, os padrões de beleza foram modificados. Na década de 50, por exemplo, a atriz Marylin Monroe era referência, em grande parte do mundo, pelo seu corpo sinuoso. A questão é que o tempo passou, mas as pessoas insistem em padronizar a beleza feminina. A pesquisa “há uma beleza nada convencional”, da Dove, mostra que 63% das mulheres acreditam que ‘certo tipo’ de aparência importa para ser bem sucedida.
Vemos que, as redes sociais, são a maior influência nesse quesito, exibindo como principal conteúdo a perfeição. Porém, também, encontram-se famosas que lidam com isso de uma maneira diferente. Em 2014, a cantora Beyoncé, lançou uma música “Pretty Hurts”, a beleza machuca em português, que reflete sobre os padrões estéticos impostos pela mídia. No mesmo ano a cantora Meghan Trainor, lançou “All About That Bass” traduzido para o português, mais um corpo tipo violão, que trata dos corpos considerados fora do padrão como normais, o que é uma verdade.
Logo, psicólogos voluntários, fazerem um movimento contra o padrão de beleza imposto pela sociedade, é uma maneira de preocupar menos as mulheres, mostrando que está tudo bem não se encaixar nesse modelo. Mais orientações, de profissionais, de como identificar pessoas com transtornos, devido ao problema relatado, é outro jeito de diminuir o sofrimento de mulheres e apoiá-las no momento em que mais precisam.