O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 29/05/2021

Durante o período da colonização, o Brasil diversas pessoas de diferentes países e diversos países, como e Itália. Essa mistura de etnias fez o Brasil ser o país mais miscigenado do mundo, mas o culto a padronização do corpo e da pressão para ter o chamado “corpo perfeito” esta enraizado na sociedade, principalmente nas mulheres, desde a infância e gera consequências para toda a vida que muitas vezes extrapolam os limites do normal e chegam à afetar a saúde das pessoas.

Pode-se observar que desde a infância, diversos elogios destravados às crianças, principalmente para as meninas, são referentes a uma aparência. Frases como “você é tão linda, parece uma princesa” ou “que roupa linda você está vestindo, parece uma bonequinha” instigam essas crianças a desejarem se parecer com as princesas idealizadas e bonecas que possuem determinadas características padronizadas, como olhos azuis e cabelos longos e loiros. Essa busca pra se encaixar em um padrão de beleza acompanhado dessas meninas até a vida adulta já que uma pesquisa da Pomba indica que a média das mulheres entre 18 e 22 anos que se encontra com a pressão de beleza ideal é o pouco mais de 80% no Brasil.

Além disso, o padrão de beleza existe desde a Pré-história, onde as mulheres que possuíam mais massa corporal eram consideradas mais aptas a terem filhos e assim eram consideradas mais atraentes. Entretanto, nos anos modernos o excessivo desejo de acompanhamento um padrão estético levado como pessoas a realizar diversos exercícios, muitas vezes de forma excessiva, e seguir em dietas absurdas e extremamente maléficas para a saúde, como o caso da cantora de K-pop Momo Hirai , membro do grupo sul-coreano Duas vezes que em um período de seu treinamento passou a se alimentar de apenas um cubo de gelo por dia durante uma semana para que pudesse participar de um reality show.

Portanto, para diminuir ou culto a padronização corporal, cabe ao Ministério da Saúde junto com o Ministério da Educação deve conscientizar as crianças e adultos sobre a importância da aceitação automática e dos cuidados na educação das crianças criando eventos, com palestras e rodas de conversas, nas escolas, com presença de psicólogos e educadores, onde os pais dos alunos podem participar e aprender mais sobre a influência de suas atitudes na vida de seus filhos. Isso a fim de ajudar os pais na educação de seus filhos, para que seja o mais leve e saudável possível, e para que essas crianças cresçam mais forte e confiantes sobre sua aparência e personalidade em vez de buscar se parecer com um padrão de beleza.