O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 26/05/2021
O culto à padronização corporal tem sido enfatizado na sociedade do século XXI, atraindo aparências e atenção de todo o mundo. No entanto, o desenvolvimento do Brasil tomou o caminho inverso e apresenta muitos casos de pessoas viciadas em simetria corporal. Portanto, anúncios e comerciais que mostram corpos “perfeitos” e danos a indivíduos são a espinha dorsal dessa ameaça.
Em primeiro lugar, é importante destacar que, segundo as estatísticas, as brasileiras estão entre as mulheres que mais sofrem com a “beleza ideal” no mundo. Nesse caso, a mídia desempenha um papel importante na exibição de cadáveres inacessíveis, que costumam ser vistos em programas de TV, comerciais, desfiles e outros programas. Contribuindo para uma onerosa visão degradante feminina, o que torna o sucesso intimamente relacionado à aparência.
Além disso, convém frisar que a busca pelo corpo perfeito pode ultrapassar as barreias do bem-estar e trazer prejuízos a qualidade de vida do indivíduo, visto que essa prática é capaz de tornar-se uma obsessão. Como resultado, esse efeito pode levar ao desenvolvimento de transtornos alimentares, como anorexia, bulimia e, em casos graves, morte e possivelmente doença mental, como depressão.
Portanto, é necessário tomar medidas para resolver o impasse. O Ministério da Saúde deve realizar campanhas de promoção da saúde com médicos, psicólogos e nutricionistas, a fim de fornecer informações e apoio a todas as pessoas por meio de palestras e consultas, a fim de reduzir e prevenir a alimentação e a desnutrição. Fatores psicológicos decorrentes da padronização do corpo e da beleza; além disso, a participação da mídia e da propaganda quebra a padronização do corpo, mostrando que todos os tipos são perfeitos e bonitos.