O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 29/05/2021

Segundo Kante “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, essa afirmação traz um certo cuidado , mas continua na contemporaneidade para garantir a qualidade do que lhe foi ensinado. No entanto, essa euforia ainda não foi priorizado porque, no Brasil, as pessoas se preocupam demais com o ideal de um corpo perfeito e cada vez mais pessoas e jovens são chamados e atraídos a chegar nesses padrões. Essa situação constitui o cenário atual: um aumento significativo dos transtornos alimentares.

Vale ressaltar, a problemática da busca de um corpo perfeito exteriormente empregando procedimentos estéticos, que ocorre devido à divulgação dos status nas redes sociais. Em muitos dos casos essa busca do corpo perfeito acaba sendo tão intensa que é capaz de gerar distúrbios alimentares, é preciso equilíbrio acima de tudo. Assim, fica claro a necessidade de se quebrar esse paradigma.

Em segundo plano o consumismo desenfreado gerado pela mídia em geral foca principalmente adolescentes como alvos principais para as vendas, desenvolvendo modelos de roupas estereotipados, a indústria de cosméticos lançando a cada dia novos cremes e géis redutores para eliminar as “formas indesejáveis” do corpo e a indústria farmacêutica faturando alto com medicamentos que inibem o apetite.

Diante dos fatos mencionados, é necessário que o Ministério da Saúde ensine cirurgiões a advertirem aos pacientes encaminhando-os à psicólogos por meio de palestras. A Secretaria de Educação e empresas que usam o recurso de inteligência artificial criar um aplicativo para prevenção deste mal. Afinal, será admissível reduzir a procura por operações estéticas e mudanças de aparências de figura peregrinada.