O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 28/05/2021
No filme “O Minimo Para Viver” é retratada uma jovem de 20 anos que lida com o distúrbio alimentar que afeta milhares de pessoas mundialmente: a anorexia. Ao longo da trama a narrativa revela que esse problema é causado pela constante pressão da sociedade em relação a ter certos padrões de beleza e pela mídia que expondo as imagens idelizadas das modelos tem como efeito uma redução do nivel de satisfação dos indivíduos com relação ao próprio corpo. Fora das telas de cinema fica claro que a realidade apresentada no filme pode ser relacionada àquela do século XXI: o problema do culto à padronização corporal na sociedade e as diversas consequência ocasionadas por está problemática.
Vale ressaltar a principio que a Mídia tem uma grande culpa no aumento de casos de transtornos alimentares e doenças psicológicas ligadas ao corpo. Desse modo, pessoas famosas como atores e atrizes são utilizados como modelos para a busca de um corpo saudável e perfeito longe de quaisquer doenças e defeitos. Todavia, muitas pessoas acabam deixando de lado o saudável e pensando somente no exagerado. A imagem da eterna juventude associada ao corpo perfeito e ideal, atravessa todas as faixas etárias e classes sociais, compondo vários estilos de vida diferentes.
Outrossim, a padronização corporal pode trazer muitos plroblemas psicológicos as pessoas inseridas neste contexto. Visto que, há uma obsessiva luta para consegui atingir o conceito de belo, e quando ele não é alcançado, surge a frustração e o descontentamento. Desta forma, problemas ainda mais sérios começam a surgir como por exemplo, a anorexia, depressão, bulimia nervosa e vigorexia, prejudicando a saúde e a socialização desses cidadãos que sofrem cada vez mais com a pressão de serm aceitos. Com relação a isso, vira cada vez mais dificil ter uma mente sã e um corpo são em uma sociedade que define padrões de beleza e descrimina quem não os segue.
Portanto é preciso que o Estado tome providencias para amenizar o quadro atual. Para quebrar culto à padronização corporal, urge que a CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), por meio da regulamentação de propagandas que estimulam a adoção de padrões estéticos com maior rigor, promova a diversidade de aparências. Além disso, é importante que instituições formadoras de opinião, possibilitem debates extensos e continuos sobre a importância da autoaceitação, mostando que todo o tipo é belo e perfeito.