O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 29/05/2021

Dentre as maiores invenções do século XX, os Meios de Comunicação de Massa ganham grande destaque devido à democratização da informação. No entanto, ao mesmo tempo que tais tecnologias trouxeram benefícios à sociedade, também possibilitaram a propagação de padrões estéticos que deixam a população refém do ideal de corpo perfeito. Torna-se necessário, portanto, entendre as causas desse problema e analise seus efeitos para solucioná-lo.

Em primeiro lugar, é importante analisar alguns padrões corporais da história. Por exemplo, nos tempos modernos, as pessoas, especialmente as mulheres, são valorizadas por suas curvas acentuadas, o que é um sinal da classe mais rica da sociedade. Porém, não é difícil perceber que, quando alguém percebe que pode lucrar com isso, esse conceito de beleza é substituído por uma ditadura frágil.

Além disso, uma padronização física pode trazer diversos problemas psicológicos aos quais estão inseridos nessa situação. Isso ocorre porque há uma luta compulsiva para se adaptar ao conceito de beleza e, quando isso não pode ser alcançado, haverá uma sensação de frustração. Nesse ponto, como Zygmunt Bauman previu em “Modernidade líquida”, em uma sociedade onde há “fobia” e as relações interpessoais são baseadas em características superficiais, é preciso ter um corpo saudável Torna-se cada vez mais difícil.

Diante disso, fica claro que esse assunto é bastante extenso e deve ser tratado com cautela. Em primeiro lugar, os meios de comunicação de massa que podem aumentar a ditadura institucional devem formar alianças com associações, não apenas para difundir a aceitação por meio da educação, mas também para resistir aos padrões inspirados pelo capitalismo. Anúncios ou programas jornal para celebrar a heterogeneidade dos proprietários. É um processo longo e difícil, mas sem consciência social é impossível quebrar o paradigma e os estereótipos que estão enraizados na cultura e na sociedade.