O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 30/05/2021

No Brasil, o culto à padronização corporal é uma realidade inegável. Com o advento da Revolução Industrial em referência ao século XVIII, a padronização da produção tornada-se norma. Desta forma, rápido-se um padrão de beleza que, por um lado, ajuda a maximizar os lucros, por outro, traz prejuízos às pessoas. A tendência que ainda existe na sociedade brasileira no século 21 deve ser mitigada afetando a saúde e a psicologia das pessoas.

Deve-se notar que os padrões estéticos mudam com as estações. Se Marilyn Monroe usasse um corpo considerado abaixo do padrão no molde atual para representar o estereótipo de beleza dos anos 1950, as supermodelos atuais mostrariam corpos extremamente magros. Na verdade, conforme as mudanças constantes parâmetros no meio podem levar à incapacidade de atingir a perfeição e podem levar à depressão. Portanto, lutar contra qualquer tipo de molde é a principal forma de reduzir essas doenças mentais e outras doenças.

Além disso, é importante destacar que a busca constante pela perfeição também pode fazer mal à saúde. Exemplos do uso de esteróides anabolizantes para aumentar a massa muscular demonstrando que a intenção de se sentir bem pode levar à disfunção erétil, necrose do tecido e problemas hormonais. Immanuel Kant destacou que o ser humano é feito pela educação, o que confirma a visão de que essa questão ainda não é totalmente debatida na sociedade brasileira, sendo a educação a principal ação para reduzir o uso dessas drogas.

Portanto, está claro que os sacrifícios físicos e espirituais são ineficazes em encontrar padrões físicos. Portanto, os canais de TV devem representar os diferentes tipos de corpos inerentes à natureza humana. Também é importante introduzir a aceitação da diversidade nas escolas por meio do movimento de educação social iniciado pelo MEC desde a infância. Somente com tolerância diversificada podemos encerrar nossa busca incessante pela perfeição física.