O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 30/05/2021

Entre os efeitos do aumento da globalização no Brasil em meados do século 20, a padronização civil foi um dos mais preocupantes. Entre eles, a ideia de uma figura perfeita pressiona gradativamente a sociedade. De acordo com a pesquisa, 83% das mulheres admitem que precisam pagar para chegar a um determinado corpo. Nesse caso, debater sobre esse assunto é importante.

Em uma primeira análise, vale ressaltar que isso ocorre por meio do padrão de beleza e do pensamento dominante que desvaloriza os outros. Isso se deve principalmente à ampla divulgação dos meios de comunicação de massa, pois estimulam a aceitação dos valores dominantes. O filósofo alemão Arthur Schopenhauer acreditava que os humanos consideram a visão como realidade.

Além disso, a padronização do corpo é uma das influências de uma sociedade patriarcal conservadora. Desde os tempos antigos, as pessoas sempre acreditaram que as mulheres deveriam se tornar objetos sexuais dos homens e donas de casa de qualquer maneira. Portanto, para obter o reconhecimento de outras pessoas e obter prestígio social, é uma responsabilidade realizar “beleza indiscutível”.

Portanto, é urgente tomar medidas para amenizar a situação atual, que é insatisfatória. Na esfera federal, o Ministério da Cultura e o Ministério das Comunicações devem realizar campanhas contra a padronização por meio de campanhas na mídia para prevenir o surgimento de casos. Além disso, as ONGs devem estimular outras formas de exercício por meio de debates em instituições sociais, como famílias e escolas.