O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 30/05/2021

O culto brasileiro à padronização corporal é uma realidade inegável. Com o advento da Revolução Industrial em meados do século 18, a padronização da produção tornou-se a norma. Assim, estabelece-se o padrão de beleza que, por um lado, ajuda a maximizar os lucros e, por outro, traz prejuízos para os indivíduos. Essa é uma tendência que continua existindo na sociedade brasileira no século 21 e deve ser mitigada porque afetará a saúde e a psicologia das pessoas.

Muitas pessoas que buscam ser aceitas e amadas continuam a fazer dieta excessiva, levando a sérios problemas de saúde, como pressão arterial baixa, batimento cardíaco lento, osteoporose, etc. Outras comorbidades causadas pela busca ilimitada por um corpo perfeito são os transtornos alimentares, como bulimia e anorexia, em que a imagem pessoal fica distorcida. Ao se olhar no espelho, você descobre que está sempre mais gordo do que as pessoas normais. Portanto, comer ou comer forçado, e depois forçado a vomitar ou usar laxantes.

Brasileiros, deixem-se deslumbrar com o que a mídia impõe à sociedade, esquecendo que por trás de todas essas propagandas que elogiam o corpo perfeito estão os produtos que a mídia quer vender às indústrias que os empregam para enriquecer sua renda.

Diante dos fatos apresentados, para acabar com o estilo narcisista de culto estético perfeito, as escolas e a mídia devem sensibilizar por meio de exercícios, palestras e seminários sobre melhores hábitos alimentares e práticas de exercícios (como promoção da saúde). Além disso, as parcerias público-privadas têm permitido aos gestores municipais investir em equipamentos de ginástica em praças e parques sob a supervisão de especialistas, como o projeto “Segundo Tempo”. Por fim, para o judiciário, a fiscalização rigorosa da venda indiscriminada de anabolizantes.