O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 06/06/2021
A estrutura do corpo magro no Brasil nem sempre foi padrão de beleza. Entre nos anos 40, nessa época uma famosa atriz e modelo Marilyn Monroe era considerada como um ícone feminino pelas suas curvas acentuadas. Na sociedade contemporânea, as redes sociais e a sociedade implantaram padrões de belezas diferentes referentes às épocas anteriores. Dentre diversas cirurgias e riscos, é perceptível discutir os impactos e consequências dessa padronização na contemporaneidade.
Por tanto, é válido ressaltar que o estereótipo do corpo perfeito é imposto diariamente. É notório que em capas de revistas e redes sociais são sempre publicado imagens de homens e mulheres estampando o corpo ideal. Consequentemente, as publicações causam um grande impacto nos usuários pelo fato da foto não ser real, e fazendo com que acredite-se que as pessoas possam alcançar o que lhe é imposto.
Apesar disso, as atuais padronizações corporais não respeitam os biótipos. A estrutura do corpo humano é harmonioso por si só. Entretanto, muitas pessoas resolvem se comprometer com cirurgias arriscadas para alcançar o “corpo perfeito” que uma sociedade quer proporcionar para todos, e nesse cenário atual muitas pessoas faleceram por complicações nas operatórias ou pelo profissional ter executado um procedimento perigoso sem habilitação de atuar na área estética.
É preciso, portanto, que as pessoas reflita sobre essa representação corporal que é definida a cada dia, começando pela aceitação do seu corpo. Primeiramente, fica evidente que o Governo juntamente com o Ministério da Educação (MEC) elabore palestras sobre a padronização corporal, alertando seus impactos negativos e possíveis doenças. E por fim, cabe ao Ministério da Saúde criar leis mais serevas para os profissionais atuar na área da estética.