O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 07/06/2021

No mundo atual, ouvimos muitas pessoas, até mesmo nossos familiares dizerem que para nós mulheres (não esquecendo do padrão corporal masculino imposto pela sociedade) sermos bonitas e atraente para os homens somos obrigadas a ter o muito famoso “corpo perfeito”, cintura fina, coxas grossas mas não muito, quadris relativamente largos, peitos grandes,  barriga “chapada” e entre muitos outros requisitos, mas até onde alguém pode chegar para alcançar esse padrão imposto pela sociedade?

Vemos muitas jovens que chegam ao seu limite para alcançarem os padrões de beleza, muitas vezes pulando refeições, ficando dias sem comer, vemos até mesmo casos de meninas que comem gelo para “enganar a fome”, tomam água para “encher a barriga” e chupam chicletes para acabar com o mal-hálito por não se alimentarem, as vezes até mesmo se alimentam mas provocam o próprio vômito por peso na consciência de terem “comido demais”. E na maior parte do tempo, elas desenvolvem distúrbios alimentares como bulimia, anorexia, compulsão alimentar, entre muitos outros variados tipos de problemas.

Soluções plausíveis para esses problemas sociais seriam, a exclusão de padrões sobre “o que é bonito e o que é feio” um acompanhamento mensal para todos os jovens e adolescentes com psicólogos, nutricionistas e nutrólogos, também poderiam ser úteis aplicativos de mensagens motivacionais diárias com receitas saudáveis e saborosas e exercícios físicos recomendados, sendo monitorados pelos profissionais de saúde adequados para seus pacientes específicos.