O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 03/06/2021

A primeira tentativa de padronização na beleza que se tem registro, foi na Grécia Antiga, onde o ideal eram as medidas proporcionais. Mesmo após séculos, essa ideia do corpo ideal ainda é desejada e incentivada, muitas vezes sem distinção de idade.

As empresas de cosméticos e moda são os principais agentes que ditam essa padronização, por meio de concursos, revistas, cinema. Além dos infuenciados digitais, que, com parceria a essas empresas, fazem publicações salientando a insatisfação do corpo natural, e incentivamdo a prática de procedimentos estéticos.

Essa busca da perfeição pode trazer grandes prejuízos tanto para o emocinal, quanto para o financeiro da pessoa que deseja. E isso está afetando cada vez mais os adolencentes e até mesmo crianças, como foi o caso de Milly Tuomey, uma menina irlandesa de apenas 11 anos que se suicidou após publicar dizendo que não aceitava a própria aparência.

Diante dessas cituações, é preciso que a escola realize campanhas com palestras e cartazes para a valorização da individualidade e aceitação. A mídia, por sua vez, deve fazer uma maior inclução de pessoas com corpos reais.