O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 01/06/2021
É comum na sociedade atual a valorização do “corpo perfeito”, tendo o imposto através de capaz de revistas, novelas, filmes ou, até mesmo, em propagandas na internet. Todavia, esse padrão é quase impossível de se atingir a vida real, levando, principalmente mulheres, à procura de cirurgias e dietas radicais. Tais métodos levam ao desgaste do corpo, gerando problemas para a saúde física e mental, devido a cobrança excessiva, exigindo a reforma desse cenário.
Em primeiro plano, é importante abordar sobre a negligência das escolas durante a comunicação sobre a aceitação própria e os riscos presentes na mudança radical do corpo. É visto também como causa o bullying feito àqueles com uma estrutura física para o imposto, sendo muitas vezes agredidos e ofendidos por serem como são. Situações como essa geram impacto na sociedade, aumento o número de pessoas correndo atrás de cirurgias plásticas e mudanças corporais extremas.
Ademais, o Brasil possui constante cobrança sobre a beleza padronizada feminina, sobre a média global na porcentagem de mulheres que sentem pressionadas a atingir o corpo ideal, como afirma a marca de cosméticos Dove. O país, devido a isso, tem sua imagem relacionada a forte estética generalizada do corpo feminino. De acordo Isabel Moreno, nutricionista comportamental, a ditadura da beleza nos cerca e nos cega para acreditarmos que we are sempre inadequadas sob o ponto de vista estético.
Em vista do que foi abordado, é preciso reverter os maus hábitos construídos na sociedade, como por meio do ramo publicitário, divulgando propagandas sobre autoaceitação. Outro método seria recorrer ao Ministério da Educação em parceria de ONG’s (Organizações não Governamentais), cobrando o debate e conscientização nas escolas como o corpo deve ser bem cuidado e não modificado para ser encaixado em padrões exagerados. Levando a informação pelo meio digital, para as ruas, escolas e revistas, garantindo a aceitação própria.