O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 01/06/2021
A magreza nem sempre foi o padrão de beleza. Por exemplo, na década de 1940, Marilyn Monroe era considerada um símbolo feminino com seus cabelos encaracolados e suas curvas acentuadas. Hoje os padrões de beleza estabelecidos pela mídia são muito diferentes do da época. Em silicones e bisturis, o impacto conteporâneo e suas consequências dessa padronização ainda precisam ser discutidos, principalmente, entre os jovens.
A regra do “corpo perfeito” é imposta todos os dias. Seja em uma capa de revista, tutorial de internet ou propaganda de cerveja, todos os dias jovens estão expostos a esse padrão, principalmente com a mordenização do mundo, onde todos podem encontrar pessoas com corpos padrões em suas redes sociais. A padronização do corpo afeta as pessoas de diferentes formas, muitos jovens desenvolvem doenças ou problemas psicologicos por não possuirem o corpo no padrão, por exemplo, algumas pessoas desenvolvem bulimia ou depressão (doença que vem tendo aumento de casos nos últimos anos).
A indústria do consumo tende a padronizar os sabores porquê eles promovem o consumo descontrolado. Hoje, já se ouve vozes contrárias a esses padrões. No entanto, a mídia ainda tem um poder muito forte de representação social e, como poderosa aliada ao sistema capitalista, contribui para a continuidade desses esteriótipos e padrões de beleza.
Portanto, é necessário tomar medidas para resolver o impasse. O governo federal deve fiscalizar os anúncios veiculados na mídia. O objetivo é veicular apenas anúncios que não perpetuem o estereótipo da beleza. O objetivo é proporcionar a todos uma maior liberdade de aparição no meio social. Além disso, o Ministério da Saúde deve realizar campanhas de promoção da saúde com médicos, psicólogos e nutricionistas para dar informação e apoio a todas as pessoas por meio de palestras e consultas para reduzir e prevenir os casos de alimentação. E obstáculos psicológicos devido à padronização do corpo e da beleza.