O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 05/06/2021
Vivemos em uma sociedade maxista que impõe rotulos de como você deve ser para se encaixar em um padrão de beleza imposto por eles. Onde a mulher tem que ser magra, ter peito e bunda e ter uma altura mediana. Mas é claro que existe um padrão de beleza para homens também, mas a sociedade faz com que o peso dessas coisas sejam diferentes para homens e para as mulheres.
A busca pelo corpo perfeito pode gerar consequências sérias e contribuir para o desenvolvimento de transtornos alimentares. Onde as pessoas param de comer por medo de engordar, ou comem mas posteriormente buscam métodos compensatórios para não engordar como: vômitos auto induzidos, uso de laxantes, diuréticos e inibidores de apetite.
As mulheres buscam cada dia mais se parecer com os padrões de beleza impostos pela mídia. E, essa imposição de beleza vem influenciando as mulheres desda infância e podemos afirmar isso quando folhamos algumas revistas distinadas ao público infanto juvenil. A mídia diz que uma mulher “ideal” é aquela que corresponde tanto ao padrão estético quanto a um padrão de femilinidade. E por conta desses padrões muitas mulheres passam por intervenções cirurgicas para tentar atingir o tão almejado corpo perfeito.
É notório que os padrões de beleza para as mulheres brancas são diferentes para as mulheres negras. A mulher negra nunca vai está colocada como um padrão de beleza. Por isso, devemos acabar com esses padrões e rótulos, devemos insentivar as pessoas a se amarem do jeitinho que elas são. E para as pessoas que tem transtornos alimentares existe tratamento recomendado para cada tipo diferente de transtorno.