O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 07/06/2021
Na Grécia Antiga, se originou o culto ao corpo, os gregos acreditavam que as artes, em privado a pintura e a cultura precisavam apresentar um protótipo de beleza impecável. Nessa premissa, pode se entender que essa formosura exterior os helênicos levavam a sério e cultuavam sua estandardização de forma inigualável. Paradoxalmente no Brasil, o culto à padronização corporal é dessemelhante, grande partes das pessoas procuram a lindeza de forma aterrorizante para serem perfeitas exteriormente, como também mudarem a aparência física utilizando aplicativos de inteligência artificial aderente, para a sua divindade corporal.
Deve-se salientar, hodiernamente, a problemática da busca de um corpo perfeito exteriormente empregando procedimentos médicos. Segundo o site G1, em 2018, relata que o Doutor Denis Cesar Barros Furtado, conhecido como “Dr. Bumbum” e sua mãe Maria de Fátima, foram presos e indiciados pela morte de uma bancária de nome Lilian Quézia Calixto na cidade do Rio de Janeiro. Afinal, estas expressões estéticas têm causado morte e sequelas a sociedade brasileira. Devido de fato, juntamente com essas consequências vêm doenças maléficas que permaneceram na vida de quem busca a perfeição total do corpo sem consultar um profissional capacitado no ramo da formosura.
A propósito, um aplicativo de edição de fotos por nome “FaceApp” tem robusta habilidade de transformação, tornando a aparência dos ditos-cujos em mais velhas, mais novas e até mesmo do sexo oposto. Da mesma forma, usam o recurso da esperteza sofisticada para inigualável transformação. Consequentemente, a solução da inteligência artificial trazem várias renovações, além da feição, de acordo com o físico Stephen Hawking em entrevista a “Revista Exame”, em 2017, relatando que os indivíduos percorrem sérios riscos de terem suas inteligências suplantadas pelas máquinas. De tal forma, os que estão a busca de sua divindade corporal usando a tecnologia ao seu favor para ficarem lindas externamente, pode ser que além de num futuro próximo não serem reconhecidas, devida a evolução do mundo tecnológico.
Portanto, medidas são necessárias para resolver a hipotética das buscas exageradas quanto ao culto à padronização corporal no Brasil. Enfim, o Ministério da Saúde deve ensinar cirurgiões a advertirem aos pacientes encaminhando-os à psicólogos por meio de palestras para que os profissionais possam desvendar os agentes das procuras obcecantes e ajudar os doentes a tomares as devidas providências de prevenirem o problema da perfeição divina do corpo. Ademais, a Secretaria de Educação e empresas que usam o recurso de inteligência artificial criar um aplicativo para prevenção deste mal. Afinal, será admissível reduzir a procura por operações estéticas e mudanças de aparências de figura peregrinada.