O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 06/06/2021

A adoração do corpo começou na Grécia antiga, não apenas para se aproximar dos deuses, mas também para servir ao exército e dar à luz crianças saudáveis. No entanto, o culto ao corpo já se tornou uma obsessão para alguns brasileiros, principalmente devido à pressão social, que por sua vez é influenciada pela mídia, levando a uma série de barreiras dietéticas e psicológicas.

O quarto direito é uma expressão para os media, da qual se pode extrair o quanto é a sua influência, por sua vez, pode atuar como “docente”, utilizando Mário Sérgio Cortella (Mário Sérgio Cortella). A expressão de) é principalmente sobre crianças. Um exemplo são as bonecas e bonecos, que possuem “corpos perfeitos” claramente definidos pelos padrões sociais, que afetam o desejo das crianças de se tornarem seus “brinquedos perfeitos”. Pior de tudo, pessoas com narcisismo ou pessoas com distúrbios alimentares e psicológicos, como anorexia.

É normal que o corpo não atenda ao padrão, assim como querê-lo ou possuí-lo, desde que o indivíduo seja saudável e feliz. No entanto, seguir essa ideia não é fácil. Segundo pesquisa realizada pela Dove, 83% das brasileiras se sentem pressionadas a ter o corpo de que a sociedade necessita. O que os faz se esforçar muito, e muitas vezes prejudica sua saúde física e mental, assim como a anorexia mencionada acima.

Portanto, é óbvio que é preciso lembrar à sociedade a obsessão pelo corpo perfeito, porque ele não existe. Para tanto, a mídia pode lançar uma campanha de empoderamento por meio das redes sociais e da televisão, com o objetivo de desmistificar os órgãos normativos. Além disso, a escola também é responsável por lembrar aos pais e alunos que prestem atenção à alimentação e aos transtornos mentais por meio de aulas e palestras. Por fim, os blogueiros de fitness nas redes sociais devem alertar seus seguidores para não exagerar e fornecer suporte emocional na conquista do corpo desejado.