O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 11/08/2021
No filme O mínimo para viver, Ellen é uma jovém rebelde e anoréxia de 20 anos que, apesar de passar a maior parte da adolescência em programas de reabilitação, continua emagrecendo mais e mais a cada ano. Não distante da ficção, o comportamento de Ellen em busca de um corpo perfeito, para os telespectadores caracteriza o problema real do culto á padronização corporal. Dessa maneira, é importante que essa chega social seja resolvida, a fim que “Ellens” sejam só na ficção.
Em primeira análise, acerca da lógica referente a idealização do corpo ideal, que acompanha o mundo estético, é valido ressaltar a comparação entre mulheres por um corpo ideal. Sob esse prisma, Anitta, cantora brasileira, disserta que o corpo de uma mulher tem celulites e estrias e que não há nada de errado, após polemicas sobre o videoclip de vai malandra. Em outras palavras, a ilusão de um esteriótipo perfeito dá as mulheres a imagem de que seus corpos são sempres inferiores aos que são apresentados principalmente nas mídias, isso, causando danos a saúde mental e física.
Certamente, é evidente a existência da padronização corporal, no dia-a-dia das mulheres em princípio em redes sociais e mídiaticas. Segundo o livro O mito da beleza de Naomi Wolf, aborda sobre como as imagens de belezas são usadas contras mulheres. Em outros termos, quando há normalização do esteriótipo imposto pela sociedade, efetivamente, gera-se um âmbito mais proprício para que a o natural seja julgado como feio.
Depreende-se, portanto, a necessidade de medidas para mitigar a problemática. Sendo assim, o Ministério da Saúde em parceria com empresas privadas promover campanhas sobre a aceitação do corpo natural e focar no bem estar físico e mental afim que as pessoas deem prioridade a saúde e consequentimente quebrar os padrões. A partir disso, a divulgação deve ser feito por meio de adição de cartazes tanto em ambientes públicos como privados para alertar e protegr futuras “Ellens” da vida real.