O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 09/10/2021
A partir do século XX, os meios de comunicação começaram a ganhar grande destaque devido à democratização da informação. No entanto, mesmo com os benefícios da tecnologia, trouxe malefícios com a criação de ideais, como o culto à padronização corporal. Dessa maneira, a busca do corpo idealizado acarreta em problemas psicológicos, sendo necessário solucionar este impasse no Brasil.
É nítido que existe inúmeras propagandas que impõem o “corpo perfeito”, de modo que os jovens são a parcela na população que são os mais afetados porque começaram a se socializarem. De maneira análoga, a série americana “Os treze porquês” mostra a jovem Hanna Baker se suicidar por diversos motivos, um deles é porque os colegas de classe faziam piada com o seu corpo, principalmente por causa dos glúteos que eram considerados grandes. Logo, vale ressaltar que as imposições da sociedade, em que buscam a beleza, oprimem os que não encaixam no padrão magro, sendo pessoas que vestem roupas trinta e quatro e trinta e seis, por exemplo.
Acrescente-se que de acordo com o Karl Marx, o pensamento prevalecente em uma sociedade é comumente imposto pela classe dominante. Dessa forma, a padronização corporal são idealizadas pela elite, porém não são de fácil acesso às classes menos privilegiadas. Consequentemente, os menos favorecidos procuram remédio e procedimentos estéticos sem ajuda médica por não terem condições financeiras. Além disso, gera ansiedade, depressão e também suícidio, como no caso da Hanna, a fim de reproduzirem um arquétipo de estética.
Portanto, medidas são necessáriass para solucionar o culto à padronização corporal no Brasil. Então, cabe ao Ministério da Educação juntamente com as escolas promoverem palestras educativas, na qual tenha como tema “Padrões Estéticos”, ministradas por professores e educadores, para que incitem a adoção de padrões com mais rigidez, promovendo a diversidade de aparências e terem amor ao próprio corpo.