O culto à padronização corporal no Brasil

Enviada em 09/10/2021

A Indústria Cultural, conceito desenvolvido pelos filosófos Theodor Adorno e Max Horkheimer, fala sobre a padronização dos produtos e conteúdos transmitidos pelas mídias, com isso, também ocorre a padronização corporal. Desse modo, a sociedade é constantemente influenciada pelos canais midiáticos - redes sociais, reality show, programas televisivos, entre outros. Sob esses aspectos, é necessário analisar a principal causa do culto à padronização corporal, como a mídia, principal consequência, como os problemas relação a saúde e uma possível medida relacionada a esse desmonte.

Nesse contexto, é importante destacar que os meios de comunicações contribui para que ocorra o culto à padronização corporal. De acordo com a UOL, 84% das jovens com 13 anos utilizaram aplicativos para distorcer a própria aparência, uma maneira de entrar nos padrões estéticos da mídia. Nesse sentido, os conteúdos que são compartilhados nos meios de comunicações culmina tal culto, pois as redes sociais em um mundo globalizado favorece que fotos e videos se propaguem com mais rapidez, assim, chegando a todos e estabelecendo um padrão. É, portanto, inadmissível que os canais midiáticos continuem compondo padrões corporais e fazendo com que mais jonvens distorcam suas imagens.

Ademais, outro fator relevante é os problemas em relação a saúde que pode ser causado nas vítimas que buscam se encaixar nos padrões da Indútria Cultural. A digital influencer Liliane Amorim de 26 anos, faleceu após complicações em um procedimento estético. Nessa perspectiva, os canais midáticos podem causar sérios danos a saúde da sociedade com a propagação de padrões formados na Indústria Cultural. Dessa maneira, as vítimas podem sofrer com doenças relacionadas a aparência, ou doenças psicológicas que acarretam na morte da tal. Em vista disso, é inaceitável que os meios de comunicações prossiga disseminando o culto à padronização, além de colocar  a saúde da corporação em risco.

Sendo assim, pode-ser inferir que esse problema está em questão e carece de soluçõoes. Dessa forma, os representantes de canais midiáticos, em parceria com o Poder Legislativo, deve empecer a propagação de conteúdos que aulixia no culto à padronização corporal, por meio de alargamento de verbas e discussões no planalto, com a criação de leis e a participação ativa dos políticos, da sociedade e dos policiais civis, a fim de que a consequência da padronização corporal nao esteja mais presente no Brasil. Deste modo, casos como o de Liliane Amorim não sucederão.