O culto à padronização corporal no Brasil
Enviada em 05/05/2022
Do século XIV ao XVII, durante a renascença italiana, as mulheres mais idolatradas eram aquelas que possuíam seios fartos, grandes coxas, quadril largo - as mais gordinhas. No decorrer das épocas, a estética corporal sofreu uma grande mudança, assim as magras sendo as elogiadas. Visto isso, a apadronização corporal faz com as pessoas se questionarem sobre está no padrão ou não e normalmente a solução é a realização de procedimentos estéticos.
Primeiramente, o filme “D.U.F.F.-Você Conhece, Tem ou É” aborda sobre uma jovem que descobre, ao decorrer da trama, que sofria bullying “indiretamente” com o apelido DUFF, sigla norte-ameriana que significa " Típica Amiga Feia e Gorda" ou " a que não se encaixa nos padrões de beleza". Em uma reviravolta, Bianca, a protagonista, muda sua imagem radicalmente. Posto isso, pode-se perceber que as mulheres são as que mais sofrem com sua aparência, assim elas realizam mudanças indescritíveis.
Por conseguinte, a mídia em si influencia em principal jovens e adultos a buscarem o corpo perfeito, assim as submetem a procedimentos corporais, que são especialidades de restauração, reconstrução e alteração no corpo. De acordo com a SBCP´- Sociedade Brasileira de Cirúrgias Plásticas - o número de harmônias estéticas num período de dez anos cresceu mais de 140% entre jovens de 13 a 18 anos.
Portanto, pode-se inferir que a padronização corporal tem grande influência a partir da mídia, oque acarreta alguns problemas de saúde e psicológicos para aqueles que nãos seguem o padrão. Deste modo, para reverter esse problema, o Ministério da Educação juntamente à mídia deveriam trabalhar, demodo presencial e virtual, com textos, blogs, planfletos, sites, debates, conversas sobre respeitar a opinião do outro, de modo a retratar também a questão de compreender que cada indivíduo é diferente e que possui características próprias.