O desafio de se conviver em sociedade

Enviada em 22/12/2020

Parte pelo todo

O indivíduo foi feito para conviver em sociedade. A esse respeito, o filósofo Aristóteles defende que ’’ Naturalmente somos seres sociáveis ​​’’. Mediante isto, pois as relações humanas possuem uma complexa rede dinâmica entre os integrantes do corpo social. Dessa forma, em meio ao processo de formação da sociedade processos sociais conflituosas, dentre elas: A efemeridade das relações humanas e a perda de identidade.

A sociedade estar cada vez mais efêmera e individualista, principalmente após a revolução tecnológica. Os aplicativos - Instagram, Twitter, Facebook- intensificaram esse processo, por meio da felicidade momentânea das ’’ curtidas ‘’. O filosofo Zygmunt Bauman ensaios essa ideia ao afirmar que ’’ Vivemos tempos líquidos em que nada foi feito para durar ‘’. Faça o mesmo modo, como curtidas e o compartilhamento nas redes sociais também são relações passageiras, motivadas com base na quantidade do número de seguidores, sobretudo, desconhecido. Sendo assim, a sociedade encontra-se constantemente exposta a conviver relações não consolidadas.

Além disso, a necessidade da aprovação para se sentir parte de um determinado grupo social modifica os princípios e valores do ser humano. Sobre a perspectiva do escritor crítico literário Machado de Assis, o indivíduo veste uma mascará para ser aceito socialmente. Sobre esse viés, é cada vez mais observar pessoas moldando seu comportamento, maneira de agir e pensar, a fim de tornar concreto a necessidade de conquistar a aprovação alheia para não se sentir excluído socialmente. Sendo assim, em consequência da vontade de fazer parte do coletivo, o indivíduo veste uma máscara social para ocultar sua verdadeira identidade.

Destarte, sobre a perspectiva de Aristóteles fica evidente que, a sociedade está ligada a capacidade humana de interagir entre si. Sendo assim, para minimizar o impasse da permuta de identidade e outros aspectos relacionados, o setor responsável do Ministério Público deve integrar ao currículo acadêmico a presença de sessões de terapia, por meio do psicólogo, com a finalidade de promover o autoconhecimento pessoal. Para que, dessa maneira, o indivíduo possa conviver consigo mesmo de forma autêntica, além de entender seu papel na sociedade.