O desafio de se conviver em sociedade
Enviada em 25/09/2022
Segundo o sociólogo Émile Durkheim, existem fatos sociais normais e fatos sociais patológicos, sendo que estes últimos causam danos à sociedade. Nesse sentido, o desafio de se conviver em sociedade é um fato social patológico. Sob esse viés, isso decorre da omissão estatal e da negligência da mídia.
Nesse panorama, o poder público é um indubitável promotor dos obstáculos à convivência em sociedade. Sob esse prisma, de acordo com o contratualista Thomas Hobbes, os indivíduos aceitam sair de seu estado de natureza para viverem em melhores condições, assinando o Contrato social. Conquanto, esse acordo é violado, porque o Estado não oferece suficientemente, na educação pública, necessárias informações sobre o convívio em tecido social, como a importância de entender o próximo. Assim, esses jovens se tornam adultos fragmentados, tendendo a condições de isolamento e de individualismo excessivo, já que o meio regulador é inócuo nessa situação.
Ademais, a falta de devido foco da imprensa é uma imperiosa incentivadora dos desafios de se conviver em sociedade. Nessa conjuntura, conforme a Carta Magna, os meios de comunicação devem cumprir a sua função social. Não obstante, o documento máximo não é respeitado, porquanto não são oferecidas, de forma lúdica à comunidade, a imprescindibilidade do contato para o desenvolvimento do país. Consequentemente, o bem comum é dirimido pelo criminoso papel dos jornais, pois preferem servir às grandes corporações.
Portanto, é mister haver um debate sobre os desafios de se conviver em sociedade. Sob essa perspectiva, os congressistas devem criar incentivos financeiros, como isenções fiscais, para empresas que promoverem a integração social em suas empresas, por meio da sanção do presidente, a fim de que haja um país melhor e, conseguintemente, próspero. Somado a isso, as organizações jornalísticas devem criar campanhas de conscientização sobre os benefícios de se integrar no corpo social, como liberação do hormônio do prazer, por intermédio da linguagem conativa, com o fito de haver um cumprimento da Carta Magna e, por consequência, uma elite intelectual melhorada. Dessa forma, haverá uma nação mais integrada e mais igualitária.