O desafio de se conviver em sociedade

Enviada em 05/04/2024

Segundo o Artigo 1°. da Declaração Universal dos Direitos Humanos “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos” no que concerne sobre o desafio de se conviver com as diferenças na sociedade, verifica-se uma lacuna problemática. Dentre isso, todos os indivíduos são iguais perante seus direitos e deveres, mas diante esse pressuposto vale ressaltar a falta de equidade na sociedade e de diversidade cultural, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da população.

Em primeira análise, verifica-se uma lacuna problemática no que concerne em equidade, tornando assim a falta de igualdade entre os indivíduos. Entretanto, fica válido ressaltar a música escrita pela banda Engenheiros do Hawaii, “Ninguém = Ninguém” logo, é expresso na letra que há tanta gente pelas ruas e nenhuma é igual a outra, o que se espanta e o tanto de gente que enxerga dessa forma pois todos nós somos iguais. Desta maneira, a uma enorme falta de aceitação, gerando assim mais discriminação e violência.

Ademais, tanto faz a cor que se herda, ou das crenças religiosas que o indivíduo se encontra no mais devem ser respeitadas e reconhecidas como sua própria etnia, os aspectos culturais nos diferenciam uns dos outros. Dentre isso, a cultura compreende o conjunto de costumes e tradições de cada povo os quais são transmitidos de geração em geração, em cada região reside uma cultura diferente, com isso manifestações brasileiras são exemplos da diversidade cultural do país ou região, é função respeitar todos semelhantes independente do sexo, raça, idade ou religião.

Portanto, é imprescindível á tomada de medidas governamentais que sejam resolutivas diante dos desafios de se conviver com as diferenças na sociedade. O Governo Federal deve implementar políticas públicas voltadas para a redução das disparidades sociais, com o foco em acesso igualitário á educação, saúde e oportunidades de trabalho. Tendo em vista, que aceitar o posicionamento do outro requer ainda mais ponderação, sem esquecer que a empatia é essencial para uma construção de uma sociedade mais justa e equitativa, onde todos tenham acesso a condições básicas para o seu desenvolvimento da população.