O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 30/09/2019

Segundo uma pesquisa realizada pela revista Forbes, o Brasil esta na posição 73 entre os melhores países para receber investimentos, ou seja, uma péssima colocação. Ainda com dados da referida pesquisa, isso acontece devido a elevada carga tributária brasileira, extrema burocracia e uma intensa regulação trabalhista que dificulta a contratação de trabalhadores, cria uma demanda de desempregados não suprida pelo mercado interno e alimenta a informalidade.

Nesse sentido, países com uma legislação mais branda e que permitem uma negociação livre entre patrão e empregado, tendem a possuir mais empresas e consequentemente melhores salários e maiores ofertas de emprego. Foi com esse pensamento liberal que o Chile, influenciado pelos ensinamentos da Escola de Chicago de Economia, conseguiu ser um dos países com a menor taxa de desemprego da América Latina, ao contrario do Brasil que ganha apenas do Haiti.

Ademais, os EUA são um exemplo de país excelente para se trabalhar, é para lá que as pessoas fogem em busca de melhores condições de vida. Porém, o trabalho em terras Norte Americanas é pouco regulado pelo Estado, não existe uma forte lei celetista, e a livre relação de trabalho ganha destaque. Devido a isso, muitos investidores buscam essas facilidades e tendem a inundar esses territórios com melhores oportunidades de emprego para sua população. Assim, a balança entre oferta e demanda de mão de obra fica equilibrada, impedindo, inclusive, abusos por parte de empregadores.

Sabendo disso, faz-se necessário que a nação brasileira procure flexibilizar suas leis trabalhistas, deixando a cargo das partes decidir sobre: jornada de trabalho, salário, folgas, licenças, horas extras, regime de contratação, previdência e demissões. Tudo isso é possível se os cidadãos escolherem governantes mais liberais, cujo objetivo é melhorar a posição Tupiniquim no ranking dos melhores países para se investir.