O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 28/10/2019

Segundo John Locke, filósofo inglês do século XVII, é dever do Estado garantir e ampliar direitos a todos os cidadãos. No entanto, devido ao grande número de jovens desempregados no país, a dificuldade de ingresso no mercado de trabalho apresenta-se como um desafio a ser enfrentado pela sociedade brasileira. Nesse sentido, convém analisar as principais causas, consequências e possível medida para reduzir essa problemática.

De acordo com o portal de notícias G1, há mais de 11 milhões de desempregados no Brasil, sendo que grande parte dos jovens não trabalham e nem estudam. Essa ocorrência, infelizmente, evidência a ineficiência do Estado em integrar esses cidadão adequadamente na sociedade, não só pela ausência de oportunidades profissionais, mas também por conta da má formação profissional dessas pessoas, em contramão ao pensamente do filósofo inglês.

Além disso, a grande maioria das empresas exigem experiência profissional dos candidatos aos cargos ofertados, conforme uma reportagem do canal televisivo Globo News. Isso, lamentavelmente, demonstra a dificuldade sofrida por esse grupo da sociedade, tendo em vista que, não conseguem se inserir no mercado de trabalho por conta da impossibilidade de ter exercido trabalhos anteriores, ao pleitear uma vaga.

Dessa forma, a fim de garantir os ideias de John Locke, o governo federal, por meio do MEC, Ministério da Educação, deve ampliar as vaga para os cursos técnicos, como o Pronatec, aos estudantes da rede pública. Esse ato, consequentemente, possibilitaria maiores oportunidades para essa parcela da população, que poderiam ser inseridos ao mercado de trabalho devido à melhor qualificação profissional.