O desemprego e as relações trabalhistas em debate no século XXI

Enviada em 25/02/2020

Sabe-se que o trabalho é visto como algo de extrema importância para os indivíduos desde os séculos antecessores, mais especificamente desde a Reforma Protestante, em que havia o Calvinismo, ideologia a qual propagara que o trabalho era de caráter sagrado ao homem. Todavia, a contemporaneidade, englobando o Brasil, não permaneceu fixa às suas raízes históricas, já que, hodiernamente, o mercado de trabalho tornou-se demasiado escasso devido à corrupção realizada pelos estadistas, o que de fato compromete a economia e o desenvolvimento da nação.

Crucialmente, é cógnito que a pintura “O Grito”, de Edvard Munch, é o fiel retrato do que os governantes proferem à população, em virtude de que o quadro apresenta uma imagem distorcida em quase sua totalidade, incluindo o cidadão em desespero ao centro, menos na parte em que encontram-se duas pessoas caminhando pacificamente. Sob esse prisma, o autor da obra quis demonstrar a inexorável ausência de empatia que os seres humanos têm com seus iguais, ignorando-os por completo. Isso posto, é irrefutável que a população assemelha-se com o indivíduo em melancolia, e os regentes com as duas pessoas caminhando, pois consoantes políticos disseminam uma integral inexistência de afetuosidade para com os cidadãos, efetuando, portanto, corrupções com o capital público sem qualquer remorso.

Diante do exposto, perfaz-se de modo incontroverso que tamanha desonestidade política traz vastas problemáticas à coletividade. Em vista disso, a maior delas é a carência de empregos a todos os cidadãos, uma vez que a verba direcionada aos investimentos em indústrias de base é furtada para benefício dos estadistas e, diferentemente do período da Primeira Guerra Mundial, em que uma soberana industrialização brasileira fora incentivada, em razão de que não era possível importar produtos do exterior, o Brasil contemporâneo importa deveras mercadorias de outros países por conta da falta de investidas no setor industrial. Dessa maneira, a economia brasileira situa-se em uma forte estagnação, abandonando, assim, centenas de indivíduos sem trabalho remunerado, o que aumenta significativamente a desigualdade social e a fome.

Em suma, é indubitável que o mercado de trabalho tornou-se escasso devido à corrupção. Logo, para desatar homólogo impasse, é dever da Polícia Federal, junto com o Supremo Tribunal Federal, colocar um fim à corrupção, por meio de severas investigações com todos os políticos, com o intuito de que os desonestos sejam punidos e substituídos por outros comprometidos com o bem-estar social e que destinem o capital necessário às indústrias. Dessa forma, uma vital onde de empregos será desencadeada e os desafios relacionados ao desemprego serão extintos.